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TAO — TAO TE CHING

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Segundo um dos grandes pesquisadores contemporâneos da tradição chinesa, Max Kaltenmark, o livro atribuído a Lao Tzu tinha por título "Lao Tzu", conforme o hábito que previa para a quase totalidade dos antigos filósofos: assim a obra de Mong K'o é o "Mong Tzu", aquela de Siun K'ing o "Siun Tzu", a de Chuang Tzu, o "Chuang Tzu". O título de Tao Te Ching (Livro Sagrado do Tao e do Te) lhe foi dado sob os Han: o que significa o pôr entre os clássicos confucionistas, os quais desde muito tempo eram os "Ching". O carácter "ching". cujo sentido próprio é "trama de um tecido", tem aqui o sentido de "regra diretora". Os "Ching" contêm um ensinamento particularmente eminente, são textos sagrados, revelados por santos ou por deuses. Os budistas tomaram este termo para traduzir "Sutra".

O Tao Te Ching é frequentemente designado também como o "texto dos 5000 caracteres". Em realidade, o texto atual compreende um pouco mais e o número varia segundo as versões. O livro está dividido em 81 pequenos capítulos e em duas partes., a primeira indo até o capítulo 37. A divisão em duas partes, superior e inferior, é antiga, e quanto ao número 81, é devido ao valor místico de Nove e de Três. A parte superior é por vezes designada como Tao Ching (Livro do Tao), a parte inferior Te Ching (Livro do Te), mas na versão atual esta distinção não se justifica senão pelo fato que o capítulo 1 trata do Tao e o capítulo 38 do Te.

Se Lao Tan, contemporâneo de Confúcio, é o autor, como o quer a tradição, a obra dataria do século VI aC. Grande parte dos eruditos estimam no entanto que o Lao Tzu não pode ter sido escrito em uma época tão tardia, mas não estão de acordo para definir uma data. Os estudiosos ocidentais tendem para o final do século IV, ou início do século II, mas sobre razões muito vagas. Os trabalhos recentes na China e no Japão, estes últimos principalmente provam de certo modo: 1) o texto tal como se apresenta hoje em dia não pode ter por autor Lao Tan, contemporâneo de Confúcio; 2) um texto muito próximo do nosso existia no final dos Reinos Combatentes; 3) numerosos aforismos figurando no Tao Te Ching circulavam desde muito tempo nos meios filosóficos, mas sem ser sempre atribuído a Lao Tan.


El Tao-te-King, llamado a menudo «el texto de los cinco mil caracteres», aunque tiene algunos más, es un libro dividido en ochenta y un capítulos breves, y que se separa ordinariamente en dos secciones (1-37 y 38-81), respectivamente el Tao-King y el Te-King, el Libro del Camino y el Libro de la Virtud. La palabra King puede considerarse el equivalente chino de sutra: libro, en sentido noble e incluso sagrado. Tao quiere decir el camino, la vía; Te, la virtud, la excelencia moral. Puede traducirse Tao-te-King por Libro del Camino y de la Virtud.

Las traducciones del Tao-te-King son numerosas y diversas. Tanto más divers.as cuanto que los traductores coinciden en un punto: que es muy difícil encontrar equivalentes a los ideogramas chinos en las lenguas europeas. Una traducción pretende ser literal, otra poética, y otra, por último, «espiritual». Basta con releer las reflexiones de Borges sobre las traducciones de Homero para convencerse de que la más fiel no es necesariamente la más literal. Yo me inclino por la que fue editada, sin nombre del traductor, en la colección «Taoísmo», dirigida por Jean Herbert, y de ella he sacado las citas que ofreceré del Tao-te-King en este capítulo1 . TAO - CHAN - ZEN


CAPÍTULOS TRADUZIDOS: 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 10; 11; 12; 13; 14; 15; 16; 17; 18; 19; 20; 21; 22; 23; 24; 25; 26; 27; 28; 29; 30; 31; 32; 33; 34; 35; 34; 35; 36; 37; 38; 39; 40; 41; 42; 43; 44; 45; 46; 47; 48; 49; 50; 51; 52; 53; 54; 55; 56; 57; 58; 59; 60; 61; 62; 63; 64; 65; 66; 67; 68; 69; 70; 71; 72; 73; 74; 75; 76; 77; 78; 79; 80; 81

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Responsável

Murilo Cardoso de Castro
Doutor em Filosofia, UFRJ (2005)