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DIVINO — DEUS

VIDE: DIVINO; ABSOLUTO; DEUS ABSCONDITUS; EXISTÊNCIA DE DEUS; FACE DE DEUS; TODO-PODEROSO; DEUSES

CRISTOLOGIA
Agostinho de Hipona: DEUS

LIVRO DOS XXIV FILÓSOFOS

Mestre Eckhart: SERMÃO IX

PERENIALISTAS
René Guénon: A GNOSE E AS ESCOLAS ESPIRITUALISTAS

Primero, como quiera que pueda decir M. X., su Dios no es ciertamente el nuestro, pues él cree evidentemente, como además todos los Occidentales modernos, en un Dios "personal" (por no decir individual) y un poco antropomorfo, el cual, en efecto, "nada tiene en común" con el Infinito metafísico. Por lo demás, la misma palabra Dios está tan ligada a la concepción antropomórfica, ha devenido tan incapaz de corresponder a otra cosa, que preferimos evitar su empleo lo más posible, aunque no fuera más que para marcar mejor el abismo que separa la Metafísica de las religiones.

Ananda Coomaraswamy: BUDA - DEUS

Frithjof Schuon: O ESOTERISMO COMO PRINCÍPIO E COMO VIA

Shankara não cogita em negar a validade relativa dos exoterismos, que, por definição, se interessam pela consideração de um Deus pessoal. Este é o Absoluto refletido no espelho limitativo e diversificador de Maya; é Ishwara, o Príncipe criador, destruidor, salvador e punidor, e o protótipo "relativamente absoluto" de todas as perfeições. Esse Deus pessoal e todo-poderoso é perfeitamente real em si e, principalmente, em relação ao mundo e ao homem; mas não está menos ligado a Maya que ao Absoluto propriamente dito.


Abade Stephane: DEUS É LUZ

FILOSOFIA
Michel Henry: EU SOU A VERDADE

Segundo o cristianismo não existe senão uma única Vida, a única essência de tudo o que vive. Não se trata de uma essência imóvel à maneira de um arquétipo ideal como aquele do círculo presente em todos os círculos, mas de uma essência agente, se desdobrando com uma força invencível, fonte de poder, poder de engendramento imanente a tudo o que vive e não cessando de lhe dar a vida. Na medida que esta Vida é aquela de Deus e se identifica a ele, Paulo Apostolo pode escrever: “Só há um Deus e Pai de todos, que está acima de todos, age em todos e está em todos” (Ef 4,6). Na medida onde o único Deus é esta Vida única que gera todos os viventes o cristianismo aparece como um monoteísmo. O que o separa dos outros monoteísmos (à exceção do judaísmo) assim como das teologias racionais ou naturais nas quais estes monoteísmos buscaram uma expressão própria a reagrupar a eles todos os homens razoáveis, é que este Deus único não é pensado pela mente. Não é um Ser provido de todos os atributos concebíveis levados à potência absoluta, ou ainda o Ser infinito, um ser tal que “não se pode dele conceber maior” (Santo Anselmo) e que por esta razão existe necessariamente. Se o Deus cristão nada tem de comum com este Ser infinitamente grande de Santo Anselmo, que será retomado em todas as provas clássicas da existência de Deus e lhes servirá de suporte, não mais que com o primeiro motor de Aristóteles, ou ainda com o autor do melhor dos mundos possíveis, ou com o simples conceito de um Deus único com o qual nenhum outro, consequentemente, não poderia entrar em concorrência, é por esta razão decisiva que ele nada é que possa nos dar acesso nosso pensamento. De sorte que toda representação racional, e com mais razão toda prova de sua existência, é absurda em princípio. E isso porque provar, é “fazer ver”, fazer ver na luz de uma evidência inelutável, neste horizonte de visibilidade que é o mundo e no qual a vida não se mostra jamais.

Mário Ferreira dos Santos: DEUS



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Responsável

Murilo Cardoso de Castro
Doutor em Filosofia, UFRJ (2005)