Carregando...
 
id da página: 4166 ESCOLÁSTICA
PRIMA PHILOSOPHIA — ESCOLÁSTICA

Wikipedia: Português, Español, Français, English

VIDE: ESCOLÁSTICA ENSINO, INVESTIGAÇÃO ESCOLÁSTICA, ESCOLÁSTICA RAZÃO FÉ, ESCOLÁSTICA PERIODIZAÇÃO

Perenialistas

Segundo García Bazán:
Se necesita, lo repetimos de acuerdo con Guénon, reconquistar lo perdido, el principio de vida efectivo de un cuerpo cultural que se revela en acelerada desintegración. Los escasos indicios que René Guénon vislumbraba desembocaban todos en un mismo destino, la regeneración del esoterismo cristiano, a través de la persecución de los vestigios de intelectualidad tradicional conservados en la Escolástica o de los residuos de una actividad operativa simbólica de carácter metafísico y también cristiana, mantenida por algunas logias masónicas. Guénon no despertó con su infatigable mensaje un apoyo práctico consecuente en Francia ni en Europa, por el contrario, sus tesis más bien dieron nacimiento a una reacción hostil en algunos medios católicos, los que hemos de confesar que jamás lo comprendieron con profundidad para poder refutar sus ropuestas doctrinales en forma condigna. Fiel, entonces, a un poderoso amado interior y coherente con la concepción que difundía se incorporo a una tradición que juzgaba legítima, el Islam.


Frithjof Schuon: O ESOTERISMO COMO PRINCÍPIO E COMO VIA
...pode-se ser cristão sem ser nem escolástico nem palamita, ou melhor, digamos que se pode ser tomista sem aceitar o sensualismo aristotélico do Aquinate, assim como se pode ser palamita sem partilhar dos erros de Palamas sobre os filósofos gregos e suas doutrinas. Em outras palavras, é possível ser cristão sendo platônico, visto que não há nenhuma rivalidade entre um voluntarismo místico e uma intelectualidade metafísica, deixando-se de lado o conceito semítico da creatio ex nihilo.

Na verdade, a ideia de uma presença milagrosa nas relíquias foi ensinada por São Cirilo de Jerusalém e por outros padres da Igreja, ao passo que a tese da função moralizadora das relíquias — também presente desde a Antiguidade — foi sustentada, sobretudo, pelos escolásticos.


Filosofia

Nicola Abbagnano: Excertos de "História da Filosofia"
A palavra escolástica designa a filosofia cristã da Idade Média. O termo scholasticus indicava nos primeiros séculos da Idade Média aquele que ensinava as artes liberais, isto é, as disciplinas que constituíam o trívio (gramática, lógica ou dialética, e retórica) e o quadrívio (geometria, aritmética, astronomia e música). Mais tarde passou a chamar-se também scholasticus ao professor de filosofia ou de teologia, cujo título oficial era o de magister (magister artium ou magister in theologia) e que a princípio dava as suas lições na escola do claustro ou da catedral e mais tarde na universidade (studium generale). A origem e o desenvolvimento da escolástica encontram-se estritamente ligados às funções docentes, funções que determinaram também a forma e o método de atividade literária dos escritores escolásticos. Como as formas fundamentais do ensino eram duas, a lectio, que consistia no comentário de um texto, e a disputatio, que consistia no exame de um problema tendo-se em consideração todos os argumentos que se possam aduzir pro e contra, a atividade literária dos Escolásticos assume sobretudo a forma de Commentari (à Bíblia, às obras de Boécio, à lógica de Aristóteles e mais tarde às Sentenze de Pedro Lombardo e às outras obras de Aristóteles) ou de recolha de questioni. Recolhas deste gênero são os Quodlibeta que compreendem as questões que os aspirantes ao grau de teologia deviam discutir duas vezes por ano (pelo Natal e pela Páscoa) sobre qualquer tema, de quodlibet. As questiones disputatae são muitas vezes o resultado das disputationes ordinariae que os professores de teologia mantinham durante os seus cursos sobre os mais importantes problemas filosóficos e teológicos.

Consultas


Dispositivos móveis

Online Users

1 usuário on-line

Responsável

Murilo Cardoso de Castro
Doutor em Filosofia, UFRJ (2005)
Mostrar mensagens de erro do PHP