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id da página: 675 EPITHYMIA = CONCUPISCÊNCIA
PHILOKALIA-TERMOS — EPITHYMIA = CONCUPISCÊNCIA

VIDE: EPITHYMETIKON; PLEONEXIA; DESEJO ARDENTE; GASTRIMARGIA; HEDONE

Mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas e as ambições (epithymia) de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera. (Mar 4:19) (VIDE Parabola do Semeador)

E disse-lhes: Desejei muito (epithymia) comer convosco esta páscoa, antes que padeça; (Luk 22:15)

Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos (epithymia) de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. (João 8:44)

Por isso também Deus os entregou às concupiscências (epithymia) de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; (Rom 1:24)

Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências (epithymia); (Rom 6:12)

Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência (epithymia) da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. (1Jo 2:16-17)


Significa cobiça, avidez, desejo único restrito às coisas criadas.

Filosofia Antiga

António Caeiro: A ARETE COMO POSSIBILIDADE EXTREMA DO HUMANO
O desejo do prazer pelo prazer (hedones epithymia) só é superado na nossa existência quando escolhemos (dikaiosyne) a possibilidade que lhe dá sentido e o permite ultrapassar, não nos deixando sucumbir ao efeito surtido pela sua ação.


Cristologia

Elian Cuvillier
Epithymein, «apegarse a, desear» y epithymía, «anhelo, deseo, pasión», por extensión «ambición », son palabras derivadas de thymos, «el corazón » como principio de la voluntad, de la inteligencia, de los sentimientos y de las pasiones, de donde «voluntad, deseo, ánimo».

La epithymía, en el sentido de deseo, puede ser positiva en Pablo (1 Tes 2,17; Flp 1,23; d. también 1 Tim 3,1). Pero «la ambición de la carne», que conduce al hombre a centrarse en sí mismo más que en Dios (Gál 5,16.17.24; d. también Rom 13,9.14), o «la ambición del corazón», que mueve al hombre a adorar a la criatura más que al creador (Rom 1,24-25), son la marca del pecado, que priva al hombre de la comunión con Dios. La epithymía tiene una dimensión, no ya moral ante todo, sino teológica: es la relación con Dios lo que está en juego (1 Cor 10,6-7: la epithymía es sobre todo signo de idolatría).

El que ha sido bautizado en Cristo (Rom 6,1-14) está llamado también a no someterse ya a las ambiciones del pecado: Que no reine, pues, el pecado en vuestro cuerpo mortal; no prestéis vuestros miembros como armas perversas al servicio de sus ambiciones (Rom 6,12). En efecto, es el pecado, desenmascarado por la ley, lo que suscita en el hombre la ambición (d. Rom 7,7-8) y rompe la comunión con Dios. En adelante, liberado del pecado y de su ambición, el cristiano no debe dejarse llevar por ella (1 Tes 4,5).


Perenialistas

Frithjof Schuon: CONCUPISCÊNCIA; DESEJOS

LÉXICOS: Schuon; Metafisica Cristã; Philokalia; Vocabulário da Filosofia; Tradição e Simbolismo

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Responsável

Murilo Cardoso de Castro
Doutor em Filosofia, UFRJ (2005)
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