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DIVINODEUS — UNO

VIDE: UM; ABSOLUTO, DIVINDADE, UNIVERSO, UNIVERSAL

Perenialistas

Ananda Coomaraswamy: PERSONA
Una y la misma Persona puede considerarse ontológicamente desde más de un punto de vista o nivel de referencia. En una disposición triple él es, (1°) la Persona en el ojo, o el corazón; (2°) la Persona en el Sol; y (3°) la Persona en el Relámpago; y estas Personas asumen entonces las «envolturas», respectivamente vegetativa (anna-maya), intelectual (mano-maya) y beatífica (ananda-maya), de acuerdo con lo cual el Brahma personal es «existente-inteligente-beatífico (sac-cid-ananda)» y lógicamente diferenciado del Brahma impersonal «no-existente (asat)», aunque no puede hacerse ninguna distinción real en la Identidad Suprema de «Ese Uno (tad ekam)» que es a la vez «existente y no existente (sad-asat )». Estos dos son el «Dios» y la «Divinidad» del Maestro Eckhart, y, como él dice, «debéis conocer lo que Dios y la Divinidad son»; él usa la expresión, «libre como la Divinidad en su no-existencia», y dice que «donde estos dos abismos penden, igualmente espirado, despirado, allí está la Esencia Suprema». Se comprenderá que, como tal, nuestra psicología afirmativa (pneumatología), lo mismo que la teología afirmativa, con la que realmente coincide, se refiere a «Dios» como Ser (ens simpliciter), mientras que la psicología negativa, que procede por la vía de la negación (neti, neti; na me so atta ) se refiere a un Sí mismo residual pero inefable, y así no está limitada en cuanto a su fin, sino que se extiende hasta la unidad (ekatvam) o soledad (kevalatvam) absoluta que transciende la distinción de las naturalezas (Katha Upanishad III. 11; Maitri Upanishad IV.6, VI.21; Bhagavad Gita XV.16, 17; etc.).

Filosofia

Vocabulário de Filosofia: HEN, UNO, TEORIA DO UNO, MÚLTIPLO E UNO

Plotino: UNO

Mario Ferreira dos Santos: A SIMBÓLICA DA UNIDADE
É o adjetivo de um; o que é só na sua espécie; o único, singular, individual. Na teologia cristã, diz-se que Deus é uno porque é um só em três pessoas distintas; ou melhor, três pessoas distintas de um só Deus.

Caminhantes

Anthony Damiani: ASTRONOESIS (Star Wisdom): Philosophy's Empirical Context, Astrology's Transcendental Ground

Para Plotino, o Uno ou o supremo princípio tem uma realidade positiva até mesmo mais profunda que aquela do Ser; não é de modo algum uma abstração. O Ser é uma ordem inferior da infinidade, uma contração ou determinação da infinidade absoluta do Uno.

No tratado V.4.2 Plotino se refere àquilo que é acima do do Princípio Intelectual como «auto-distintivo por completo … a auto-intelecção que, brotando de uma consciência interior, tem lugar... em um modo outro do que aquele do Princípio Intelectual. Em Enéada VI.8.16, ele o denomina um eterno «despertar» (ou uma consciência) que não pode estar separada da totalidade de seus conteúdos indeterminados – conteúdos que não são outros que ou diferentes do contenedor.

John Deck afirma que «o Uno é chamado um eterno super-conhecimento», referindo-se a sua tradução do VI.8.16: «Se agora o ato do Uno não se torna como é sempre, e ;e uma espécie de despertar que não é outro senão o uno que está desperto, sendo um despertar e um eterno super-conhecimento, será no modo que está desperto. O despertar está além de Ser e Nous e vida inteligente; o despertar é ele mesmo.

Deck se questiona, é isto «um despertar que é um super-conhecimento, ou um despertar que é acima do conhecimento?» Tendo em vista que há outras interpretações, Deck, sinceramente devoto a Plotino, tende a identificar o despertar do Uno com seu super-conhecimento.

Assim conhecimento, conclui Deck, que aparece de um maneira na natureza, mais completo na alma, perfeito no Nous, não está ausente da natureza superior, o Uno: a continuidade de conhecimento não é abruptamente quebrada na ascensão do Nous ao Uno.

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Responsável

Murilo Cardoso de Castro
Doutor em Filosofia, UFRJ (2005)
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