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id da página: 9101 SUJEITO E OBJETO
CONHECIMENTO — SUJEITO-OBJETO

TAO
Wei Wu Wei: SUJEITO-OBJETO

PERENIALISTAS
René Guénon: A ONTOLOGIA DA SARÇA ARDENTE

Podemos precisar todavía la significación del desdoblamiento del punto por polarización, tal y como acabamos de exponerlo (v. Guenon Ponto), colocándonos en el punto de vista propiamente "ontológico"; y, para hacer la cosa más fácilmente comprehensible, podemos considerar primero la aplicación al punto de vista lógico e incluso simplemente gramatical. En efecto, tenemos aquí tres elementos, los dos puntos y su distancia, y es fácil darse cuenta de que estos tres elementos corresponden muy exactamente a los de una proposición: los dos puntos representan los dos términos de ésta, y su distancia, al expresar la relación que existe entre ellos, desempeña el papel de la "cópula", es decir, del elemento que liga los dos términos entre sí. Si consideramos la proposición bajo su forma más habitual y al mismo tiempo más general, es decir, la de la proposición atributiva, en la que la "cópula" es el verbo "ser" 1, vemos que expresa una identidad, al menos bajo una cierta relación, entre el sujeto y el atributo; y esto corresponde al hecho de que los dos puntos no son en realidad más que el desdoblamiento de un solo y mismo punto, que se coloca por así decir frente a sí mismo como lo hemos explicado.

Por otra parte, se puede considerar también la relación entre los dos términos como una relación de conocimiento: en este caso, el ser, al colocarse por así decir frente a sí mismo para conocerse, se desdobla en sujeto y objeto; pero, aquí todavía, esos dos no son más que uno en realidad. Esto puede extenderse a todo conocimiento verdadero, que implica esencialmente una identificación del sujeto y del objeto, lo que se puede expresar diciendo que, bajo la relación del conocimiento y en la medida en que hay conocimiento, el ser que conoce es el ser conocido; se ve desde entonces que este punto de vista se vincula directamente al precedente, ya que puede decirse que el objeto conocido es un atributo ( es decir, una modalidad ) del sujeto que conoce.

Frithjof Schuon: SUBJETIVIDADE E OBJETIVIDADE

FILOSOFIA
Martin Buber: EU E TU

A vida do ser humano não se restringe apenas ao âmbito dos verbos transitivos. Ela não se limita somente às atividades que têm algo por objeto. Eu percebo alguma coisa. Eu experimento alguma coisa, ou represento alguma coisa, eu quero alguma coisa, ou sinto alguma coisa, eu penso em alguma coisa. A vida do ser humano não consiste unicamente nisto ou em algo semelhante.

Tudo isso e o que se assemelha a isso fundam o domínio do Isso.

O reino do Tu tem, porém, outro fundamento.

Aquele que diz Tu não tem coisa alguma por objeto. Pois, onde há uma coisa há também outra coisa; cada Isso é limitado por outro Isso; o Isso só existe na medida em que é limitado por outro Isso. Na medida em que se profere o Tu, coisa alguma existe. O Tu não se confina a nada.

Quem diz Tu não possui coisa alguma, não possui nada. Ele permanece em relação.


Sérgio Fernandes: SER HUMANO
É dificílimo de ser reconhecido, seja na literatura filosófica, seja na científica, o fato de que só podemos "tomar como objeto" o que é "identificável", real ou "existente", e, inversamente, que só é identificável, real ou "existente" aquilo que podemos "tomar como objeto". Esse fato é dificílimo de ser reconhecido, não só pelas notórias dificuldades de análise da própria noção de "tomar algo como objeto", mas também porque tem o corolário, nada intuitivo, de que nada que aparece pode ser tomado como objeto, a fortiori, "tomado como aparência", ou inversamente, de que não podemos tomar aparências, enquanto tais, como objetos. Ora, isto significa que nem a aparência nem a realidade "aparecem", ou seja, que nada aparece, no sentido vulgar de "aparece".

Na Ontologia, tal como a concebo, é "identificável", "existe" ou "é real" aquilo que resulta de "objetivações". "Objetivar" é uma capacidade da mente: é a capacidade de "tomar algo como objeto". Essa reatividade mental é inconsciente, automática e instrumental em relação à Experiência consciente, que é ação, não reação. Ora, a mente não pode tomar como objeto o que "aparece" como tal, ou seja, como aparência, mas somente a "aparência" que ela julga que "é identificável", "existe" ou é "real". Mas "real" é justamente o que estaria "por trás das aparências". As aparências, portanto, ao invés de aparecerem, devem ser transparentes. Tomar algo como objeto nada tem a ver, então, com fazê-lo aparecer, pois é tomá-lo como real, ou seja, "além das aparências", ou como o assunto, o referente, o objeto de (pelo menos mais de uma) possível aparência. Tente imaginar que algo que você chamaria de "real" só pudesse aparecer uma vez, única, irrepetível. Você não poderá fazê-lo, pois não poderia saber "o que" teria aparecido, não no sentido fraco de que algo teria aparecido, mas você não sabe o que é, mas no sentido forte de que você não poderia sequer saber que algo teria aparecido, ou seja, você não poderia "tomá-lo como objeto" e nada haveria para transparecer na verdadeira Experiência. Agora, permita que algo que você chamaria de "real" possa transparecer em mais de uma aparência: eis o seu conceito de "real". Mas o conceito mesmo põe o "real" para além, por trás das aparências, de modo que ele tampouco pode aparecer como tal, a não ser numa aparência, etc. Se houver "experiências conscientes", então elas não devem consistir na reatividade mental inconsciente de tomar algo como objeto, pois não podemos "ter" experiência daquilo que tomamos como objeto, a não ser através de suas aparências.


NOTAS:

1. Todas las demás formas de proposiciones que consideran algunos lógicos pueden reducirse siempre a la forma atributiva, porque la relación expresada por ésta tiene un carácter más fundamental que todas las otras.


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Responsável

Murilo Cardoso de Castro
Doutor em Filosofia, UFRJ (2005)
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