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ORAÇÃO — ALGUMAS ORAÇÕES

De certo modo todo site é uma imensa oração de reconhecimento, reunindo intenções, pensamentos, enfim a grandiosa "produção religiosa" da humanidade, no sentido de construções intelectuais de "religamento" com o divino, de alguns caminhantes nas trilhas do sagrado. Muitas páginas referem-se especificamente à oração e sua fundamentalidade no trabalho espiritual, tal como o conjunto de páginas sobre a Philokalia, sobre a Cristologia (o logos do Logos, ou o discurso do Cristo), sobre o pensamento tradicionalista de René Guénon, Frithjof Schuon, e outros, cuja expressão literária, quase poética, nos guiam na mais profunda meditação sobre o divino.

Sobre a oração em si, há uma página construída sobre a obra Oração de Zaleski que oferece uma breve apreciação panorâmica, e pode ser complementada pela página de Laude sobre a oração contínua. Ainda assim estava faltando um conjunto de páginas que apresentassem orações propriamente ditas.

Este conjunto de páginas se abre assim, diante desta necessidade e por conta de uma grande amizade de muitos anos, que me ofereceu a primeira contribuição a ser aqui inserida. Espero contar com outras contribuições, sendo o critério único e preferencial, a tradição da oração proposta, como é o caso da primeira que me veio proposta por este grande amigo.

Pleguemos a Dios para que seamos elevados fuera del tiempo, y para que nuestras mentes y nuestros corazones se alcen a lo que es eterno y atemporal. “Munda quoque cor nostram ab omnibus vanis, perversis et alienis congitationibus; intellectum illumina, affectum inflama…. in secula seculorum, Amen” (“Limpia nuestros corazones de toda vanidad, de todo pensamiento perverso y extraño; ilumina nuestro intelecto, inflama nuestra voluntad …por los siglos de los siglos, Amen” —tomado de la plegaria tradicional dicha antes de recitar el Oficio). En nuestra vida de plegaria dice S. Juan Clímaco, “debemos examinarnos y compararnos constantemente con los santos padres y los luminares que vivieron antes de nosotros” (La escala de la Ascensión Divina). No inventemos nuevas maneras de plegar no sea que “peroremos neciamente” (Proverbios, XV, 2) y “heredemos las tempestades” (Proverbios, XI, 28). No busquemos, como dice Eusebio, “abrir por nosotros mismos un nuevo tipo de curso en un desierto sin sendas” (Preparación para los Evangelios). Hagamos que nuestra plegaria participe de lo eterno y busquemos no conformarnos a los tiempos presentes —“nolite conformari huic saeculo” (palabras de S. Pablo en Rom. XII, 2). (Rama Coomaraswamy)


Orações das Tradições


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Responsável

Murilo Cardoso de Castro
Doutor em Filosofia, UFRJ (2005)
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