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id da página: 1013 Beleza — Belo
BELEZA — BELO
Belo

VIDE


Cristologia

Dionísio o Areopagita

Nuestros teólogos sagrados, celebrando lo infinitamente bueno, dicen aún que es bello y la belleza misma; que es la dilección y el amado, y le dan todos los demás nombres que pueden convenir a la belleza llena de gracias y madre de las cosas graciosas. Ahora bien, lo bello y la belleza se confunden en esta causa que resume todo en su potente unidad, y se distinguen, al contrario, en el resto de los seres, en algo que recibe y en algo que es recibido. He aquí, por qué, en lo finito llamamos bello a lo que participa en la belleza, y llamamos belleza a este vestigio impreso sobre la criatura por el principio que hace todo bello. Pero lo infinito es llamado belleza, porque todos los seres, cada uno a su manera, adoptan de él su belleza, porque creó en ellos la armonía de las proporciones y los encantos deslumbradores, vertiéndoles, como un raudal de luz, las radiantes emanaciones de su belleza original y fecunda; porque llama todo hacia él (lo que los griegos señalan bien derivando kallos, bello, de kalei, llamada), y que en su seno agrupa todo en todo. Y es a la vez llamado bello, porque tiene una belleza absoluta, supereminente y radicalmente inmutable, que no puede empezar ni terminar, que no puede aumentar ni decrecer; una belleza donde ninguna fealdad se mezcla, ni ninguna alteración le afecta, perfecta bajo todos los aspectos, para todos los países, a los ojos de todos los hombres; porque de él mismo y en su esencia posee una belleza que no resulta de la diversidad: porque posee excelentemente y con anterioridad el fondo inextinguible de donde emana todo lo que es bello. Efectivamente, la belleza y las cosas bellas preexisten, como dentro de su causa, en la simplicidad y en la unidad de esta naturaleza, tan eminentemente rica. Es de ella que todos los seres han recibido la belleza de la cual son susceptibles; es por ella que todos se coordinan, simpatizan y se alían, es en ella que todos no forman más que uno. Ella es su principio, pues los produce, los impulsa y los conserva por amor por su belleza relativa. Ella es su fin y la persiguen como su condición ulterior; pues es por ella que todo ha sido hecho. Ella es su modelo, y han sido concebidos sobre este modelo sublime. Asimismo lo bueno y lo bello son idénticos, todas las cosas aspirando con igual fuerza hacia el uno y el otro, y no habiendo nada en realidad que no participe de lo uno y de lo otro. Aún me atrevería a decir que se encuentra algo de lo bello y de lo bueno hasta en lo No‑existente; así cuando la teología señala excelentemente a Dios por una negación sublime y universal, esta negación es cosa buena y bella. Lo bueno y lo bello, unidad esencial, es pues la causa general de todas las cosas bellas y buenas. De allí viene la naturaleza y la subsistencia de los seres, de allí su unidad y distinción, su identidad y diversidad, su similitud y su desemejanza; de allí los contrarios se alían, los elementos se mezclan sin confundirse, de allí las cosas más elevadas protegen a aquellas que lo son menos, las iguales se armonizan, las inferiores se subordinan a las superiores, y así todas se mantienen por una inmutable persistencia en su condición original. De allí aún todos los seres, en razón de su afinidad recíproca, se influyen, se adaptan el uno al otro, y entran en perfecto acuerdo, de allí la armonía del conjunto, y la combinación de las partes en el todo, y el inviolable mantenimiento del orden y la perpetua sucesión de las cosas que nacen y perecen, de allí en fin el reposo y el movimiento de los espíritus puros, de las almas y de los cuerpos; pues aquél es reposo y movimiento para todos, que, por encima del reposo y del movimiento, da a cada cosa su inmutable razón de ser, y le imprime el camino conveniente.


Perenialistas

Contemplatio

Aquello que encanta al corazón, a los sentidos y a la razón, aniquilando por ello toda contingencia y toda relatividad.

«Siempre las palabras le faltan a aquel que describe la Belleza» (Shaykh Al´Alawî)

Ananda Coomaraswamy


Filosofia

Excertos de "Les Notions philosophiques". PUF, 1990.
O belo — um dos transcendentais da filosofia medieval — se restringe na filosofia moderna ao domínio da apreciação do valor estético das obras e dos seres. Guarda todavia um uso no domínio moral: "uma bela ação" é antes de tudo uma ação desinteressada, sua beleza é independente de seu valor moral, sem que todavia possa ser imoral. Sobre o terreno da apreciação, o belo impõe o problema de todos os valores, aquele de seu fundamento, e, por conseguinte, da universalidade do juízo de gosto correspondente.

Edgar de Bruyne

Platão

Nada faz uma coisa bela mas a presença e a participação na Beleza de qualquer forma ou maneira obtida... Pela Beleza todas as coisas belas se tornam bonitas. Fédon

Aquele, pois, que até esse ponto tiver sido orientado para as coisas do amor, contemplando seguida e corretamente o que é belo, já chegando ao ápice dos graus do amor, súbito perceberá algo de maravilhosamente belo em sua natureza, aquilo mesmo, ó Sócrates, a que tendiam todas as penas anteriores, primeiramente sempre sendo, sem nascer nem perecer, sem crescer nem decrescer, e depois, não de um jeito belo e de outro feio, nem ora sim ora não, nem quanto a isso belo e quanto àquilo feio, nem aqui belo ali feio, como se a uns fosse belo e a outros feio; nem por outro lado aparecer-lhe-á o belo como um rosto ou mãos, nem como nada que o corpo tem consigo, nem como algum discurso ou alguma ciência, nem certamente como a existir em algo mais, como, por exemplo, em animal da terra ou do céu, ou em qualquer outra coisa; ao contrário, aparecer-lhe-á ele mesmo, por si mesmo, consigo mesmo, sendo sempre uniforme, enquanto tudo mais que é belo dele participa, de um modo tal que, enquanto nasce e perece tudo mais que é belo, em nada ele fica maior ou menor, nem nada sofre. Quando então alguém, subindo a partir do que aqui é belo, através do correto amor aos jovens, começa a contemplar aquele belo, quase que estaria a atingir o ponto final. Eis, com efeito, em que consiste o proceder corretamente nos caminhos do amor ou por outro se deixar conduzir: em começar do que aqui é belo e, em vista daquele belo, subir sempre, como que servindo-se de degraus, de um só para dois e de dois para todos os belos corpos, e dos belos corpos para os belos ofícios, e dos ofícios para as belas ciências até que das ciências acabe naquela ciência, que de nada mais é senão daquele próprio belo, e conheça enfim o que em si é belo. Nesse ponto da vida, meu caro Sócrates, continuou a estrangeira de Mantinéia, se é que em outro mais, poderia o homem viver, a contemplar o próprio belo. Se algum dia o vires, não é como ouro ou como roupa que ele te parecerá ser, ou como os belos jovens adolescentes, a cuja vista ficas agora aturdido e disposto, tu como outros muitos, contanto que vejam seus amados e sempre estejam com eles, a nem comer nem beber, se de algum modo fosse possível, mas a só contemplar e estar ao seu lado. Que pensamos então que aconteceria, disse ela, se a alguém ocorresse contemplar o próprio belo, nítido, puro, simples, e não repleto de carnes, humanas, de cores e outras muitas ninharias mortais, mas o próprio divino belo pudesse ele em sua forma única contemplar? Porventura pensas, disse, que é vida vã a de um homem a olhar naquela direção e aquele objeto, com aquilo com que deve, quando o contempla e com ele convive? Ou não consideras, disse ela, que somente então, quando vir o belo com aquilo com que este pode ser visto, ocorrer-lhe-á produzir não sombras de virtude, porque não é em sombra que estará tocando, mas reais virtudes, porque é no real que estará tocando? Banquete


Sufismo

Jami

A Beleza Absoluta é a Majestade Divina dotada de (atributos de) poder e generosidade. Toda beleza e perfeição manifestada no teatro dos vários graus de seres é um raio de Sua perfeita beleza ali refletida. É destes raios que almas exaltadas receberam sua impressão de beleza e sua qualidade de perfeição.

Ibn al-Farid

E meu espírito é um espírito para todos os espíritos (de seres criados); e o quer que seja que vejas de beleza no universo flui da generosidade de minha natureza.


Vedanta

Sahitya Darpana

A experiência puramente estética é própria daquele em que o conhecimento da beleza ideal é inato; é conhecida intuitivamente, em êxtase intelectual sem acompanhamento de ideação, no mais alto nível do ser consciente; nascido de uma mãe com a visão de Deus, sua vida é como se fosse um flash de luz que cega, de origem transmundana, impossível analisar, e ainda assim na imagem de nosso próprio ser.

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Responsável

Murilo Cardoso de Castro
Doutor em Filosofia, UFRJ (2005)
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